Painel

     

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    Almeida Guerra Carlos Moedas Carlos Leiria Pinto Diogo Gaspar Ferreira
    Almeida Guerra Carlos Moedas Carlos L. Pinto Diogo G. Ferreira
           
    Frederico Sousa Gilberto Jordan Joaquim Montezuma Paulo Morgado
    Frederico Sousa Gilberto Jordan J. Montezuma Paulo Morgado
           
    EricVanLeuven Manuel Alvarez Margarida Caldeira Paulo Silva
    Eric VanLeuven Manuel Alvarez M. Caldeira Paulo Silva
           
    Resumo do trimestre
     
     

     Sector essencial para o País

    Levámos as questões do turismo aos nossos convidados do Painel. As respostas não podiam ser mais pertinentes.

    De uma forma geral, praticamente todos são da opinião que a retoma do sector vai depender dos países com maior capacidade de resposta à actual crise.

    Outros defendem que se deveria apostar nos países nórdicos, já que “Portugal oferece tudo para a retoma”.

    Há, no entanto, posições mais pessimistas, como a expressa, por exemplo, por Carlos Leiria Pinto que afirma: “Não me parece ser possível uma retoma antes do início de 2011”.

    A generalidade dos comentadores considera que o turismo residencial continua a ser muito sazonal. E dão um conselho: “o Governo deve aprender com a crise”.

    A comercialização dos nossos produtos turísticos também veio ao debate. Alguns especialistas consideram que se devia fazer uma grande campanha junto dos novos mercados, nomeadamente da Rússia, Escandinávia, Brasil e Angola.

    Outros reconhecem que, em 2009, foi o consumo interno que “safou” um ano que se previa mau. Para todos os efeitos, Portugal devia afirmar-se como “palco de grandes eventos internacionais”.

    Há todavia quem levante uma questão pertinente: “E que tal uma revisão de preços”. Com efeito este é um dos temas mais abordados no sector mas que está muito condicionado pela situação de cada projecto face à banca.

    O tempo do dinheiro fácil já passou. Daí, em muitos casos, a dificuldade de ajustar a oferta às capacidades da procura.  Em relação aos projectos PIN, “aprovados e parados”, há a convicção, entre os comentadores de que ninguém desiste e que a banca devia de dar um maior apoio, pois só o clima não é suficiente.

    Há, contudo, uma palavra que está na ordem do dia: “Não à especulação”.  O que é preciso é, como diz Gilberto Jordan, “atravessar este período recessivo numa óptica de preservação do valor já criado”. Significa isto que apesar de tudo há ainda uma dominante optimista.

    Leia o Painel em detalhe que vale a pena.

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    Apesar da crise, o Turismo Residencial e os Resorts continuam a ter um enorme potencial no País. Consegue antever quando vai ser possível uma nova retoma destes projectos?
    O Governo anunciou uma série de medidas para estimular o turismo interno. Considera que esta pode ser uma saída para o desenvolvimento do Turismo Residencial?
    Que modalidades de comercialização adoptaria para escoar os produtos que já estão em fase de venda?
    Que medidas são possíveis para pôr em andamentos os projectos, muitos deles PIN, que estão parados, depois de aprovados?
     
     

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